RDS Piagaçu-Purus
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Áreas de Observação

Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus

Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus (RDS PP) é uma Unidade de Conservação (UC) do estado do Amazonas, localizada entre os interflúvios Purus-Madeira e Purus-Juruá, inserida em um mosaico de áreas protegidas de aproximadamente 2 milhões de hectares. Engloba os municípios de Beruri, Codajás, Coari, Tapauá e Anori entre as coordenadas geográficas 4º 05 e 5º 35’S; e 61º 73’e 63º 35’O, e possui área de 834.245 ha.

Possui vastas porções de floresta de terra firme contendo castanhais e uma grande variedade de ambientes alagáveis de diferentes origens. As ricas várzeas do Solimões e Purus abrangem grande quantidade de lagos, ocupam 44% da área da reserva e ficam cobertas sazonalmente por abundantes macrófitas aquáticas. Estas características naturais lhe conferem o status de região de alta diversidade biológica, elevada produtividade e grande importância econômica de seus recursos naturais.

Segundo a classificação de Köppen, o clima dominante nesta área pertence ao grupo A (clima tropical chuvoso) caracterizado por temperaturas médias do mês mais frio sempre superior a 18ºC. A temperatura média anual é de 26°C (RADAMBRASIL 1978). A precipitação da região varia de 1.550 a 3.350mm anuais. O período de enchente ocorre entre fevereiro e maio, a cheia entre maio e julho com pico em junho. O período de vazante/seca ocorre entre julho e novembro com pico de seca em outubro. (http://piagacu.org.br/?page_id=148)

História

A área da RDS-PP, originariamente constituía-se em uma unidade de conservação do tipo Área de Proteção Ambiental – APA, criada em 1990, com 610 km². Entretanto, desde a criação desta APA até os dias atuais, nenhum trabalho de cunho social nem científico havia sido desenvolvido na região. O Governo de Estado não implementou nenhum programa de desenvolvimento no local. Isto apenas incitou para que conflitos entre moradores e exploradores externos, índios e não índios, e outros problemas sociais se agravassem na área. Com a realização da 1ª Expedição Científica ocorrida em junho de 2001, deu-se início ao processo de reconhecimento da potencialidade da área e de sua importância para conservação biológica dos recursos naturais ali existentes. O resultado dessa primeira expedição foi a elaboração do documento contendo as bases científicas para a criação dessa nova reserva. A população humana no interior da reserva é estimada entre 5000 a 6000 habitantes que tem como meio de sobrevivência, além da prática da agricultura, a exploração de recursos tais como o peixe, a castanha, produtos madeireiros e não-madeireiros e a caça de animais silvestres. Essas pessoas não poderiam ser negligenciadas nem esquecidas pelas autoridades. Pensando nisso, buscou-se uma alternativa dentro das diferentes categorias de unidades de conservação incluídas no Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). O modelo de Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) foi o mais adequado a ser proposto para a nova área, pois tem como principal objetivo promover a melhoria da qualidade de vida das pessoas que lá residem através de alternativas racionais de uso de recursos da biodiversidade, de modo a garantir também a sua preservação. Para que os trabalhos na área fossem iniciados, houve a necessidade de uma equipe tomar a frente em busca de recursos financeiros e de gerenciar as atividades técnico-científicas necessárias nesta área. Desta maneira, um grupo de pesquisadores formado por profissionais do INPA, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) com participação de pessoal do Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (IPAAM), criaram em fevereiro de 2004 o Instituto Piagaçu (IPI).(http://piagacu.org.br/?page_id=216#tabs-1-2)

Infra-estrutura

Alojamentos, áreas de camping, opções para alimentação…

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Referências